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Hoje o Felipe Tichauer publicou uma foto do trabalho dele de masterização do nosso disco novo. O Felipe é um brasileiro que mora em Miami, nos Estados Unidos, e tem um estúdio de masterização, a Red Traxx. Foi ele quem masterizou nossos dois últimos singles, “Quem me dera” e “Indecisão”. O Tichauer e o Lenza são parceiros já há alguns anos.

Apesar de ele morar nos Estados Unidos, continua fazendo muita coisa para artistas brasileiros, como Marcia Castro, Karina Buhr, Bixiga 70, Anelis Assumpção, Eddie, Gui Amabis, entre muitos outros. Já dos nomes gringos, tem gente como Michael Bolton, Rod Stewart e Pete Yorn, só para citar alguns. Ou seja, nossas músicas estão em ótimas mãos! E em ótimos aparelhos. Ele está passando nosso material pela fita, pra dar aquela “esquentada” no som.

Depois, ele manda para o Lenza e o Nigro. Se houver algum ajuste, eles se conversam e depois mandam pra gente dar uma sacada e a aprovação final. Tá quase!

foto master tichauer

Eita, ferro. Hoje começou um novo ciclo delicioso da gravação desse disco. Há pouco chegou a primeira mix. Por e-mail, o Lenza mandou a faixa “Casa” pra gente ouvir e dar nossos pitacos. Que sensação maravilhosa ouvir, depois de tantos ensaios, horas no estúdio e dias de expectativa, o material quase pronto, já com cara de música.

Na hora, começamos mil trocas de e-mails entre os integrantes, que variam entre interjeições de alívio e questionamentos. Já trocamos mil feedbacks em poucos minutos pensando em tudo que queremos manter ou mudar na mixagem. É claro que já discordamos e concordamos em inúmeros pontos da música. Mas parece que o melhor a se fazer é continuar ouvindo atentamente, aguardar as próximas músicas e ir anotando tudo o que passar pela cabeça. Depois, sentamos e alinhamos tudo para mandar um feedback geral para o Lenza.

Mas é isso. Estamos felizes da vida. Agora é aguardar as próximas!

Seguimos nossas reuniões para definirmos tudo para colocar o disco na rua. Ontem a gente foi na casa do Jaime Silveira, o artista visual que está cuidando da identidade do nosso novo trabalho. O Jaime já fez lindas capas para bandas do Brasil e de fora, além de belos pôsteres de shows nacionais e internacionais. Desde que começamos a pensar nesse novo projeto, há uns dois anos, já estávamos em contato para concretiza a parceria com ele.

Já tínhamos conversado por e-mail sobre nossas ideias para a arte e parece que estamos em sintonia, pois desde que começamos a trocar ideias sobre a capa, concordamos em várias coisas. Ele até esteve em um dos ensaios antes da gravação e trouxe mais algumas referências.

A gente ficou batendo papo, procurando mais referências e pensando em mil coisas para utilizar. Marcamos de agendar um dia para irmos a duas locações e fazer alguns testes antes de bater o martelo e definirmos o que de fato será a capa e toda a identidade do novo disco.foto reuniao capa jaime

Acabou de chegar:

 

“Tamo editando as coisas aqui. Ta ficando massa!! Ontem eu e o Zé gravamos uma panderola, o guizo, terminamos os mellotrons de Japa e demos um pimp em Sapato. Aguarde…

Semana que vem começo a mix!”
Haja coração.

Ontem tivemos a primeira reunião para falar do clipe novo. A gente resolveu que vai lançar um single antes de soltar o disco. A ideia é dar um aperitivo para o público. E a primeira música de trabalho já vai vir acompanhada por um clipe. Batemos um papo com o Max Leean para pensar em roteiros, locações e tudo o mais. O Max já trabalhou com a gente no clipe de “Quem me dera”. A gente adorou tanto o resultado e percebeu o quanto ele apostou na gente que já tínhamos por certo que queríamos contar com ele para esse novo vídeo.

Foi a primeira reunião, muitas ainda estão por vir até rodarmos o material. A faixa escolhida é “Casa”, uma música que a gente já estava tocando nos últimos shows e sentimos que tem uma pegada muito boa com o público. Vamos ver no que dá!

foto reuniao clipe casa

Aconteceu: chegou a hora de gravar os vocais. Amanhã chego em São Paulo para três dias no Estúdio Navegantes, o estúdio do Zé Nigro. Vou sozinho, a banda fica em Curitiba. Estou bem tranquilo, mas estou preocupado com uma coisa: a minha voz. Rá.

O Carnaval acabou de acabar e eu fiquei todos os dias do feriado trabalhando em um festival, o Psicodália. Trabalhei na rádio do festival, falando sem parar praticamente das 9h da manhã até às 2h da manhã. Todos os dias. Fora o atendimento ao público, que aparecia para pedir música ou tirar dúvidas. Dormindo pouco, falando muito e bebendo razoavelmente, deu que cheguei em Curitiba praticamente sem voz.

Estou há alguns dias falando pouco, tomando muita água e tomando um chá especial aqui para recuperar essa garganta. Já estou bem melhor, mas a partir de amanhã vamos ver o que sai.

Não sei se será possível fazer u detalhamento diário do que vai rolar no estúdio, mas qualquer coisa no final fazemos um resumão.

Heitor.

Agora o negócio está ficando gordo! Ontem voltamos mais uma vez ao Nico’s Studio. Missão do dia: gravar os metais. Convocamos o nosso já conhecido Hudson Muller para trompetes e sax. Ele já fez alguns shows com a gente, amigo de longa data. Para os trombones, contamos com o inestimável Lauro Ribeiro, do Trombone de Frutas.

Eles vão aparecer em quatro faixas. Agora é mandar o material para Lenza e Nigro seguirem com as mixes lá em São Paulo.

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Ainda nem terminamos de gravar o disco, mas já estamos pensando nos shows de lançamento. Como o novo disco está sendo viabilizado por lei de incentivo, temos que cumprir um item do edital que exige seis shows de lançamento em Curitiba. Estamos aqui matutando, mas provavelmente o primeiro será em junho. Onde? Não fazemos a menor ideia. E partir daí, faríamos mais cinco, um por mês, até o final do ano. A ideia é fazer em locais e formatos diferentes, com diferentes horários, públicos etc.